Resumo
Modelo de Medicina Sistêmica baseado em neurociência e neurobiologia humana para organização diagnóstica de comorbidades clínicas e transtornos mentais.
Introdução
A complexidade dos quadros clínicos contemporâneos exige modelos diagnósticos capazes de articular múltiplos sistemas: biológico, psíquico, relacional e social. A Medicina Sistêmica propõe um eixo integrador fundamentado em neurociência e neurobiologia humana.
Metodologia
Construção teórico-conceitual a partir da articulação entre literatura científica em medicina interna, psiquiatria, neurociência e teoria geral dos sistemas, com proposição de um modelo diagnóstico operacional.
Resultados
O modelo proposto organiza comorbidades clínicas e transtornos mentais em quatro dimensões interdependentes: substrato biológico, regulação neurofuncional, dimensão subjetiva e contexto sistêmico, permitindo leitura diagnóstica integrada.
Discussão
A abordagem sistêmica reduz a fragmentação diagnóstica e favorece a construção de planos terapêuticos coerentes, articulando medicina, psicopatologia e contexto humano em uma única lógica clínica.
Conclusão
A Medicina Sistêmica oferece um modelo diagnóstico robusto para a clínica contemporânea, integrando rigor científico e visão integrativa do ser humano.
Referências
- Furlanetto Jr., M. L. (2025). Systems Medicine: Diagnostic Model of Psychopathology and Clinical Medicine. JBINO, 14(3).
- Engel, G. L. (1977). The need for a new medical model: a challenge for biomedicine. Science.
- Kandel, E. R. (1998). A new intellectual framework for psychiatry. Am J Psychiatry.